
Convenci meus pais a estenderem o período que inicialmente ficariam aqui em Lisboa. Eles chegaram dia 30 de abril e ficaram aqui até dia 19 de maio. A ansiedade para a chegada deles era grande. Já fazia um ano que pra matar as saudades só mesmo o Skype…
Meus pais chegaram na manhã do dia 30, com o atraso habitual desses voos. Levei-os para casa e tive que ir correndo trabalhar. Aproveitaram a manhã para abrir as malas e organizar toda a tralha que trouxeram (fogão de duas bocas, registro para o botijão de gás, pedaços de mangueira, liquidificador, cuscuz, açai, pó de guaraná e mais um monte de coisas gostosas). Meu pai tentou de tudo para consertar o meu fogão. Sem chance. Nem mesmo o fogãozinho que ele trouxe funcionava. O problema parecia mesmo a ligação do gás.
Almoçamos juntos no YinYang, o restaurante vegetariano onde eu habitualmente almoço. Eles gostaram da comida; agora meus pais estão aderindo comida mais natural… Como eu trabalhei até as 22:30 eles aproveitaram a tarde pra passear um pouco, e voltaram pra casa pra descansar. Eles gostaram do apartamentinho, apesar da escada que fez minha mãe sofrer um bocado pra subir e descer toda hora e tb por ser um bocado gelado. E por falar em escada, Lisboa não é uma cidade preparada para receber pessoas com dificuldade de mobilidade. Minha mãe tem um problema no joelho e sofreu um bocado com o sobe e desce das intermináveis escadas nas estações de metro. Algumas ainda tem elevador em parte do trajeto, mas quase nunca tem elevador até a superfície. O mesmo acontece com vários prédios públicos, museus etc. O interessante é que são construções muito recentes. Os engenheiros e arquitetos não levaram em consideração as mulheres com crianças, grávidas, terceira idade, pessoas com problemas de mobilidade, etc.
No dia primeiro de maio, feriado, estava praticamente tudo fechado. A solução foi levar meus pais para visitar o Centro Cultural de Belém, onde também almoçamos. De sobremesa, claro, pastéis de Belém! Eles estavam ansiosos para visitar novamente o Mosteiro dos Jerônimos mas para decepção deles e de todos os turistas que não paravam de chegar, estava fechado.
À noite fomos assistir ao filme “Um segredo muito nosso” no centro Comercial Campo Pequeno, que fica próximo a estação do metro, sob a Praça de Toros.
Dia 2 de maio – Fui com meus pais fazer uma visita a cidade medieval de Óbidos. O dia estava maravilhoso (assim como todos os que seguiram – meus pais realmente deram sorte e trouxeram bom tempo!). Deu pra aproveitar cada minuto vendo e fotografando cada beco, cada floreira, cada monumento dessa cidade maravilhosa. Não deixamos, é claro, de tomar o famoso licor local: a Ginja de Óbidos, com ou sem o copinho de chocolate.
Dia 03 de maio (domingo) – de manhã fomos a missa na Igreja aqui em frente de casa e aproveitamos o bom tempo para passear pela Fundação Calouste Gulbenkian, os seus museus e jardins. Uma excelente exposição sobre Darwin. Almoçamos por lá também. Foi bom curtir o dolce far niente. A noite fomos ao cinema no “El Corte Ingles”, assistir “Quem quer ser milionário?”. Um dos melhores filmes que eu assisti nos últimos tempos.
Dia 4 de maio (segunda-feira) Após o café meus pais foram visitar a Praça da Estrela e a Basílica mas como era segunda feira e contrariando o roteiro turístico, estava fechada. Almoçamos juntos no centro e depois eles voltaram para casa, mas aproveitaram a tarde para visitar a Praça de Toros e umas compras no supermercado do Centro Comercial. Tanta correria, trabalho e stress em excesso só podia dar problema. Fui fazer uma consulta com o novo médico indiano que está trabalhando com a Puja na qaurta feira e ele diagnosticou uma colite cronica. O tratamento não vai ser fácil e vai custar uma bela fortuna. Graças a Deus to fazendo o trabalho de ilustração pra Puja que vai servir pra pagar o tratamento. Vou fazer uma limpeza no organismo (no trato digestivo) além de começar uma dieta bem rigorosa. O tratamento não chega a ser exatamente o que os indianos chamam de Panchakarma, mas quase.
Dia 5 de maio (terça-feira) – Pai: “Como toda terça e quarta-feira, Letícia dá aula o dia todo, aproveitamos para nossa viagem a cidade do Porto. Saímos de Lisboa às 9:30 horas da estação de Santa Polônia em direção a estação de Campana na cidade do Porto e de lá seguiríamos, com a mesma passagem para a estação São Bento, no centro da cidade.
Já durante a viagem notamos jovens, alguns vestidos de preto, com longas capas, carregando pastas, cheias de fitas coloridas, outros de cartola colorida e bengala, outros fantasiados. Isso despertou nossa curiosidade.
Chegando a estação São Bento, vimos um senhor de cartola e bengala, com jeito que aguardava alguém, não tivemos dúvidas, paramos e perguntamos a razão de todo aquele aparato.Ele nos explicou que estavam comemorando o Dia da Queima das Fitas. Os que estavam com cartola e bengala, estavam concluindo o curso, os fantasiados eram os calouros e os de preto, com capas e pastas eram os que estavam fazendo os mais diversos cursos na universidade e davam trote nos calouros.
O centro da cidade foi todo interditado para a passeata dos veteranos e calouros.
Depois de nos instalarmos no hotel e almoçarmos, fomos visitar as adegas do Vinho do Porto em Nova Gaia. O taxista nos levou ao Grams, dizendo que era a melhor. Realmente fomos muito bem recebidos e ciceronados. Fizemos a tradicional degustação de três tipos diferentes de vinho. Estava ótimo!
Para passar o efeito dos vinhos descemos à pé até o outro lado do rio Douro onde tomamos um café com leite vendo o por do sol.
Dia 6 de maio – Levantamos cedo e fomos visitar a Igreja de São Francisco e o prédio da Bolsa. Passamos na loja do sr. Tavares para comprar algumas lembranças. Visitamos, ainda o Armazém do Bolhão e a confeitaria. Fizemos um passeio pelo metro da cidade, indo até a Casa da Música. A tarde embarcamos num Alfa Pendular em direção a Lisboa.
Dia 7 de maio – Preparação para nossa viagem a Barcelona. Malas prontas fomos encontrar com Letícia para nosso almoço. Às 18:30 horas pegamos um táxi para o aeroporto. Chegamos às 00,20 horas. Para nossa surpresa Núria estava nos esperando. Fomos realmente dormir depois das 2:00 horas.
Dia 8 de maio – Quando nos levantamos Núria já havia saído para trabalhar Tomamos nosso café e saímos para a Praça da Catalunha, centro de Barcelona. Letícia foi ao setor de informações e comprou ingressos para os ônibus turísticos. Iniciamos pela Rota Azul, fizemos o roteiro completo só para ter uma visão da cidade.
Almoçamos no restaurante do Corte Inglês. Depois pegamos a Rota Vermelha, e fizemos a primeira parada na Igreja da Sagrada Família, onde consumimos toda a tarde vendo as maravilhas dessa obra de arte do fantástico artista Gaudi. Extasiados pelo que vimos, tomamos novamente o ônibus para completarmos o roteiro. Já eram 20:00 horas e o frio estava implacável, assim a alternativa era tomarmos o rumo de casa.
Dia 9 de maio (sábado) – Levantamos cedo, mas Núria continuou dormindo como havia combinado, tomamos nosso café e partimos para mais uma jornada de nossas visitas a fabulosa Barcelona. Pegamos novamente a Rota Vermelha e fizemos a primeira parada no Parque Guell. A visão da entrada é indescritível e imaginem o resto dele.
Visitamos, também, dentro do parque a Casa Museu Gaudi. Tomamos novamente o ônibus e completamos o roteiro até a Praça da Catalunha. Já havia passado a hora do almoço. Procuramos incansavelmente pelo Restaurante da rede Fresco, mas não encontramos e acabamos comendo no Picadero. A comida devia estar tão interessante que nem me lembro o que comemos.
Depois do almoço fomos visitar a famosa obra de Gaudi, LA PEDRERA. Filas imensas para comprarmos os ingressos, mas valeu todo sacrifício, a obra é monumental.
Letícia havia combinado com Núria de encontra-la na Avenida Portal dos Anjos –Parque das Graças, e depois de uns encontros e desencontros finalmente a localizamos.
Direção a tomar – La Rambla – tínhamos uma curiosidade imensa em conhecer a famosa Rambla por tudo o que havíamos ouvido falar. Mas realmente este ponto turístico e de lazer de Barcelona é surpreendente. As estatuas vivas, as lojinha, as pessoas, etc. Pudemos ver uma tradição dessa cidade: as festas de despedida de solteiros (as). De acordo com Núria, pessoas vem de outras cidades para comemorar em Barcelona. Muito interessante. Visitamos também, o mercado de Boqueria Caminhamos pela Rambla até o seu final - o Mirante de Colombo. A esta altura do dia, ou melhor, da noite, resolvemos voltar para o apartamento e descansar.
Dia 10 de maio (domingo) – Levantamos relativamente cedo, tomamos o nosso café, agora em companhia da Núria e saímos para nossas andanças. Fomos diretamente para a praça da Catalunha e de lá para a Catedral para participarmos da missa dominical das 12:00 horas. A catedral está toda em reforma, assim não pudemos ter uma vista completa de sua fachada. Em frente havia um grupo de senhores e senhoras dançando músicas folclóricas.
Visitamos o bairro gótico, a Casa da Música de Barcelona, compramos balas em La Colmena, uma confeitaria onde o Tio Antonio frequentava em sua infância. Fomos almoçar, a convite de Núria no restaurante Lês Quinze....., onde comemos a famosa Paelha espanhola.
Depois do almoço visitamos a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Tibidabo. Essa igreja fica em uma parte elevada de Barcelona, onde está o parque de diversões considerado o mais alto do mundo. Em seguida fomos para o bairro de Monjuic onde está o Estádio Olímpico. Visitamos, também, nas proximidades, o Museu Nacional de Arte de Barcelona, onde acontece as apresentações das fontes luminosas.
Infelizmente o tempo não estava colaborando, fazia muito frio, e nós, além de estarmos resfriados, a maioria, não havíamos levado agasalho suficiente. A apresentação iria iniciar as 21:30 horas, depois de escurecer, pois aí é que estava a graça dos jogos de luz das fontes. O jeito foi tomarmos o rumo de casa e degustar uma sopa quentinha preparada a seis mãos pela ala feminina.
11 de maio (segunda-feira). Desde ontem comecei meu tratamento do Panchakarma da medicina Ayurvedica. Trata-se de uma limpeza profunda no organismo. O tratamento soa um bocado bizarro aos olhos e ouvidos dos ocidentais. A primeira fase consiste em tomar uns dois dedos de manteiga clarificada/purificada (com medicamento) derretida em jejum e depois passar três horas só tomando chá quente pra dissolver aquela gordura toda. Tenho que confessar que os primeiros dias são bem difíceis.
Infelizmente nosso último dia em Barcelona. Aproveitamos para um passeio mais light. Fomos visitar o famoso Aquário de Barcelona, que é muito bonito, onde também almoçamos. A tarde aproveitamos para dar a última geral nas malas e descansar um pouco antes de pegar o voo de volta para Lisboa. O retorno foi tranqüilo, até nosso pouso em Lisboa. Depois de passarmos pela PF portuguesa, uma surpresa na esteira das malas, mas que malas.... todas, ou melhor, quase todas dos passageiros desse vôo, ficaram em Barcelona. Assinados os documentos protocolares, seguimos para o apartamento de Letícia apenas com as malas de mão.
Dia 12 de maio (terça-feira) – Eu continuo com meu tratamento ayurvédico, tomando manteiga ghee com ervas sob a orientação do médico indiano e tomando goles de água quente para digeri-la.
A primeira coisa que fizemos pela manhã foi telefonar para o aeroporto e saber de nossas malas. A informação que recebemos que elas seriam enviadas no vôo da noite e provavelmente receberíamos na quarta-feira pela manhã.
Eu trabalhei o dia inteiro e meus pais ficaram em casa pra descansar e colocar as coisas deles em ordem.
Dia 13 de maio (quarta-feira)– Pais: “Letícia foi trabalhar e nós ficamos em casa para receber as malas que a empresa aérea mandou entregar no apartamento e nos preparar para nossa viagem à Fátima. Havíamos comprado as passagens antecipadamente.
As 14:30 embarcamos para Fátima, mas, como já sabíamos, a cidade já estava quase vazia quando chegamos, em compensação as estradas que dão aceso a auto estrada estava completamente congestionadas.
Fomos para o hotel Lux Fátima fazer nosso check in, mas tivemos que esperar pois o funcionário nos informou que os hóspedes tinham saído muito tarde. Assim aproveitamos para dar um giro pelas proximidades e ver as inúmeras lojas de souvenirs religiosos.
A tarde participamos de uma missa no Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e em seguida fomos jantar. Às 21 horas voltamos para o terço internacional rezado na Capelinha (local onde Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos) que foi encerrado com muita fé, com a tradicional procissão das velas, e com muito frio debaixo de uma leve garoa.
Dia 14 de maio (quinta-feira) – Levantamos cedo para nosso pequeno almoço que realmente fez jus ao nome, pois comemos o suficiente para almoçarmos bem mais tarde. Saímos para assistir a Missa Internacional, na Capelinha que foi toda celebrada em latim, por um bispo italiano. Em seguida tomamos o bondinho que faz um tour pela cidade para visitarmos alguns pontos turísticos como a casa dos pastorinhos, a via sacra, a igreja matriz, etc. Retornamos à Lisboa às 16 horas”.
Dia 15 de maio (sexta-feira) – O fogão finalmente começou a funcionar. Depois de milhares de tentativas frustradas, trocando redutor de pressão, o botijão de gás (que aqui chama-se bilha), e até o fogão (um de camping que meu pai trouxe do Brasil), chamamos novamente a assistência técnica que resolveu rapidinho. Testou tudo e chegou a conclusão que a distância entre a bilha de gás e o fogão era muito grande e simplesmente, com nossa autorização, retirou a mangueira da parede (estava cheia de água) e colocou a bilha ao lado do fogão e assim tudo funcionou...ufa!!! agora poderíamos cozinhar mais rapidamente.... Era uma canseira cozinhar “a prestação” com apenas uma chapa elétrica…
Eu não tive como faltar no mestrado e não pude acompanhar meus pais nos passeios…
Pai: “ Pela manhã, fomos, novamente, ao Bairro de Belém para rever Mosteiro dos Jerônimos agora aberto a visistação. Esse patrimônio histórico é sem sombra de dúvidas uma das maravilhas de Lisboa, com seus infindáveis detalhes de entalhação em toda sua extensão. Um fato interessante chamou nossa atenção. O andar superior do prédio tem várias colunas e em cada uma delas foram feitas entalhações diferentes. O surpreendente é que na parte superior dessas colunas haviam alguns entalhes que fugiam do desenho proposto e que foi descoberto por Francisca. Eram carinhas de palhaço, animais minúsculos, flores, etc. o que leva a supor que o funcionário entalhador já cansado de tanto fazer a mesma coisa resolveu acrescentar algum detalhe particular. Muito lega!!!
Depois fomos visitar o Museu da Marinha que fica em um prédio anexo ao Mosteiro. É também uma visita imperdível pela riqueza de detalhes nas peças expostas e toda a história da navegação portuguesa. Almoçamos na Centro Cultural de Belém, e como não poderia deixar de acontecer, fomos nos deliciar com o famosos pasteis como nossa sobremesa.
À tarde fomos à Igreja de Santo Antonio de Lisboa que estava dentro de meu roteiro jornalistico pois me haviam incumbido de fazer uma matéria sobre este grande santo para a edição do junho do informativo O Carpinteiro da Paróquia de São José, Cerrado em Sorocaba”.
Dia 16 de maio (sábado) – Hoje tive que sair bem cedinho para minha consulta com o médico indiano, para a finalização da primeira parte do Panchakarma. Primeiro uma abhyanga, ou seja uma massagem no corpo todo com o objetivo de ajudar na desintoxicação, seguida de uma sauna! Depois um breve ritual aos deuses da ayurveda seguida da ingestão de uma beberagem com um gosto bizarro que vai ajudar a fazer a purgação do organismo. Resumo da ópera. Passei o dia no trono ! Um belo dia de rainha que só terminou a noite. Hoje e nos próximos dias dieta rigorosa…
Meus pais aproveitaram o dia pra fazer turismo. Sendo sábado, era o dia ideal pra visitar a famosa Feira da Ladra (uma grande concentração de pessoas vendendo tudo o que se pode ou não imaginar). Eles também foram visitar a Igreja de São Vicente de Fora que fica nas proximidades e o Panteão Nacional – Igreja de Santa Engrácia.onde está enterrada a famosa cantora de fado Amália Rodrigues entre outras personalidades, como Guerra Junqueiro, João de Deus.
Dia 17 de maio – Pai : “Logo pela manhã fomos tomar o pequeno almoço a convite de Teresa, a diretora da Escola Next Arte onde Letícia dá aulas, em um café austríaco chamado Pois, Café (Tereza é austríaca apesar de não parecer). O Pois Café é conhecido pelos seus brunchs deliciosos.
À tarde fomos visitar outro ponto turístico que pelo nome talvez não atraia muita nossa atenção mas é verdadeiramente uma surpresa: o Museu do Azulejo. O que mais surpreende unesse museu são as capelas ricamente decoradas que vão se sucedendo durante o trajeto da visita. O museu foi montado em um antigo convento de freiras”.
Hoje a noite comecei a segunda parte do tratamento do Panchakarma: a limpeza do cólon. Até quarta feira tenho consultas duas vezes por dia: de manhã bem cedinho e no final da tarde.
18 maio segunda-feira. Como tudo estava fechado e meus pais queriam algo mais leve pra fazer, fomos dar uma volta na Baixa, passamos pelo Martim Muniz, pois minha mãe queria comprar o Ghee e assim eles conheceram a Babel do Centro Comercial da Mouraria. Almoçamos juntos e a tarde fomos nos encontrar com a minha amiga Eunice, o pequeno Mateus e a mãe dela. A noite foi curta para que eles conseguissem arrumar as malas, isto é, tentar colocar tudo que levaram e mais o que compraram em Portugal e Espanha, dentro delas.
19 maio terça-feira. Meus pais sairam de casa as 6:30h. Nem pude acompanhá-los ao aeroporto por causa do tratamento que estou fazendo. As 7:30 já estava na casa da Puja para a limpeza do colon…
A tarde as 18:30 tava eu lá de novo para a segunda sessão do dia. Que correria… Dei aulas até as 22:30. Cheguei em casa moida…
Hora de voltar a realidade… ao trabalho e ao stress com o mestrado.
Pai: “Nossas despedidas de Letícia... Foi difícil separar dela depois desses dias maravilhosos que passamos ao seu lado, de nossas confidências e muita conversa. Chegou ao fim mais esta viagem magnífica, onde tudo contribuiu, inclusive o tempo, pois tivemos sol durante todos os dias. Saudades!!!!”
22 maio sexta feira. Évora… Conferência com o escultor Rodrigo Oliveira. A noite dei uma passadinha com a Eunice no Palácio Galveias aqui perto de casa onde está rolando uma expo do Arco (uma escola de arte muito famosa aqui) muito interessante.
23 maio sábado. Passei o final de semana fazendo os desenhos da Puja… A noite aniversário da Teresa no Café Austríaco. Tenho que aprender a ajustar o que eu posso ou não comer. Na tentativa de achar algo sem queijo ou pimenta no cardápio acabei pedindo uma tosta de atum que não consegui comer nem metade e ainda me caiu mal no estomago.
25 maio.Segunda-feira. Tive que ir de manhã até as finanças para pedir nova senha para poder fazer a declaração do IRS. Passei na escola e quando tava quase tudo pronto o sistema deu pau e teria que começar tudo de novo. Seria rápido porque tinha tudo gravado, mas precisavam do computador na escola então tive que voltar pra casa e recomeçar tudo do zero! Um stress, mas deu tudo certo. Yoga a tarde.
Durante a semana, pesquisas para o mestrado na Biblioteca da Gulbenkian, aulas e muita correria. Mas depois do susto com a colite, é hora de voltar a me cuidar. Me inscrevi na academia aqui perto de casa e começo na próxima segunda!!
29 maio. Sexta-feira. Évora. A cada dia minha revolta com esse mestrado é maior. Hoje chegamos as 9h só pra ter aulas às 17 (seminário). Os professores das teóricas não apareceram. Pra ajudar a partir da semana que vem teremos aulas aos sábados novamente. Fui passear com a Eunice e o João no centro de Évora.
Passei o final de semana inteirinho na escola para fazer os desenhos para o mestrado. Como agora cada desenho tem 1 x 1,50, é uma trabalheira carimbar tudo aquilo !! :(